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	<title>Fixos | Cardim Sistemas</title>
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		<title>Família Cardim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cardim Sistemas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 01:29:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A origem da família Cardim em Portugal remonta ao séc. XIV, quando D. Roberto Cardim veio no cortejo real de D. Filipa de Lencastre (em inglês: Lancaster) , de Inglaterra para Portugal. D. Roberto Cardim desposou D. Joanna Roza, tendo-lhes sido doadas terras na região do distrito de Setúbal, onde se fixaram os antepassados da família Cardim. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-9 aligncenter" alt="cardim" src="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2013/12/cardim.jpg" width="67" height="139" /></p>
<p style="text-align: left;">A origem da família Cardim em Portugal remonta ao séc. XIV, quando D. Roberto Cardim veio no cortejo real de D. Filipa de Lencastre (em inglês: Lancaster) , de Inglaterra para Portugal. D. Roberto Cardim desposou D. Joanna Roza, tendo-lhes sido doadas terras na região do distrito de Setúbal, onde se fixaram os antepassados da família Cardim.</p>
<h2>Personalidades Ilustres:</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-132 alignleft" alt="horacio" src="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/horacio.gif" width="106" height="157" /><strong>Horácio dos Santos Cardim</strong> nasceu em Grândola a 5 de Julho de 1901. Foi um dos fundadores do Jornal Grândolense. É filho de Augusto Cesar Botelho Cardim e de Felismina Rosa dos Santos Cardim. Seu pai frequentou os primeiros anos da Faculdade de Medicina de Lisboa, tendo depois sido administrador do Concelho e conservador do registo civil da vila.</p>
<p>Horácio dos Santos Cardim estudou em Grândola. A partir de 8 de Outubro de 1910 foi amanuense e secretário da administração do concelho de Grândola. A 2 de Abril de 1921 começou a trabalhar no Ministério da Justiça e dos Cultos como ajudante da repartição do registo civil de Grândola. Em 15 de Agosto de 1929, ingressou no ministério do interior, como aspirante da secretaria da Câmara Municipal. Aposentou-se em finais dos anos cinquenta.</p>
<p>Casou em Grândola a 14 de Junho de 1930 com Maria da Cruz Viegas e Sousa Cardim, com quem teve três filhos.</p>
<p>A par da sua atividade na administração pública, foi correspondente de vários jornais: &#8220;Diário de Noticias&#8221;, &#8220;O Século&#8221; e &#8221; A Voz&#8221; ( todos de Lisboa ), &#8220;O Setubalense&#8221; e o &#8220;Diário do Alentejo&#8221;, de Beja. Foi proprietário da primeira tipografia de Grândola, no final dos anos vinte, que se chamava &#8220;Tipografia Progresso&#8221;. O 1º jornal local foi &#8220;O Grândolense&#8221;, sendo Horácio dos Santos Cardim um dos seus fundadores ( juntamente com mais quatro Grândolenses ) e redator. O primeiro número do periódico saiu em 15 de Março de 1924. Era um jornal quinzenário dirigido por António Dias dos Santos. Depois de algumas interrupções e após serem publicados 32 números, o jornal emitiu a última edição a 20 de Agosto de 1926.</p>
<p>Após o encerramento do jornal, Horácio Cardim, exerce até 1982 o cargo de observador do posto udométrico de Grândola. Durante dez anos é correspondente bancário do Banco Borges e Irmão.</p>
<p>Nos tempos livres dedicava-se à agricultura e jardinagem, à colecção de postais ilustrados e recortes de acontecimentos importantes, e também gostava de tocar bandolim.</p>
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		<title>Jequié</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cardim Sistemas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 01:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fixos]]></category>
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					<description><![CDATA[Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por seu clima quente. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_125" style="width: 315px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-125" class=" wp-image-125 " alt="1013230_10201257898956253_866406080_n" src="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n.jpg" width="305" height="403" srcset="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n.jpg 725w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n-226x300.jpg 226w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n-220x291.jpg 220w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n-187x247.jpg 187w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/1013230_10201257898956253_866406080_n-453x599.jpg 453w" sizes="(max-width: 305px) 100vw, 305px" /><p id="caption-attachment-125" class="wp-caption-text">Catedral de Sto. Antônio &#8211; No centro da cidade</p></div>
<p>Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por seu clima quente. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão a temperatura pode chegar a 48°C.</p>
<p>Jequié é rica em minério de Ferro, por isso é muito quente durante o dia e fria durante a noite.</p>
<h2>Origens</h2>
<p>A cidade se desenvolveu a partir da movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio de Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio de Contas onde que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.</p>
<p>O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.</p>
<p>Pelo curso navegável do Rio de Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.</p>
<p>Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão dos comerciantes italianos: José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores.</p>
<div id="attachment_126" style="width: 410px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-126" class="wp-image-126 " alt="escuna-branka-barragem-jequi" src="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi.jpg" width="400" height="300" srcset="https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi.jpg 500w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi-300x225.jpg 300w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi-220x165.jpg 220w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi-187x140.jpg 187w, https://cardimsistemas.com.br/wp-content/uploads/2014/02/escuna-branka-barragem-jequi-453x339.jpg 453w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-126" class="wp-caption-text">Escuna na Barragem de Pedras</p></div>
<h2>Emancipação política</h2>
<p>Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e dele se desmembrou em 1897, tendo como primeiro intendente (prefeito) Urbano Gondim. A partir de 1910 é que se torna cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos. O nome &#8220;Jequié&#8221; é uma palavra indígena para designar &#8220;onça&#8221;, em alusão a grande quantidade desses animais na região. Outros historiadores já afirmam que o topônimo tem origem no &#8220;jequi&#8221;, um objeto afunilado, muito utilizado pelos índios mongoiós para pescar no Rio de Contas.</p>
<h3>Jequié: capital da Bahia</h3>
<p>Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então Presidente da Assembleia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié, ocasionando imediata reação do Governo Federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia do infeliz político que adotara a medida. Jamais tendo se constituído de fato, o gesto entretanto marcou a História da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo por ter o bombardeio da capital e provocando o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.</p>
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